terça-feira, 7 de fevereiro de 2012


Paraíba é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está situada a leste daregião Nordeste e tem como limites o estado do Rio Grande do Norte ao norte, oOceano Atlântico a leste, Pernambuco ao sul e o Ceará a oeste. Ocupa uma área de 56.439 km² (pouco menor que a Croácia).
A capital do estado é a cidade de João Pessoa. Outras cidades importantes são:Campina GrandeSanta RitaPatosSousaCajazeirasGuarabiraCabedeloSapé,PombalCatolé do RochaSão Bento ,SolâneaItabaiana e Monteiro. O relevo é modesto, mas não muito baixo: 66% do território se encontra entre 300 e 900 metros de altitude.
A Paraíba é berço de vários notáveis poetas e escritores brasileiros como Augusto dos Anjos (1884-1908), José Américo de Almeida (1887-1980), José Lins do Rêgo(1901-1957) e Pedro Américo (1843-1905) (este mais conhecido por suas pinturas de cenas da História nacional).
Na Paraíba encontra-se o "ponto mais oriental das Américas", conhecido como aPonta do Seixas, em João Pessoa. Devido à sua localização geográfica privilegiada (extremo oriental das Américas), a cidade de João Pessoa é conhecida turisticamente como "a cidade onde o sol nasce primeiro".
Além disso, na Paraíba é palco de uma das maiores festas populares do Brasil, "O Maior São João do Mundo", na cidade de Campina Grande.
Ficheiro:Bandeira da Paraíba.svg

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Artesanato Típico incrementa turismo de Santa Catarina

POMERODE (SC) - A forma simples de viver encontrada no Vale do Itajaí e que tanto atrai turistas é herança dos colonizadores alemães e italianos. Além da culinária, do modo de trabalhar e das atividades de sobrevivência o artesanato de Santa Catarina é algo muito característico. De técnicas de pintura à fabricação de porcelana, a região é riquíssima quando o assunto é habilidade manual.

Em Pomerode, a técnica de pintura chamada de Bauernmalarei consiste na pintura de flores campestres com leves pinceladas no formado de vírgulas. A artista plástica Nani Scheer comenta que até o século 19 este tipo de decoração era bastante utilizado em móveis de madeira maciça.



Com o crescimento da indústria moveleira e a popularização dos produtos, a técnica perdeu espaço.


Também em Pomerode, a artista Karin Lemke aposta na técnica Fernsterbilder. Pedaços de madeira minuciosamente cortados como quadros vazados costumavam enfeitar janelas na Alemanha antiga. “Era uma forma de trazer imagens mais aprazíveis no gelado inverno alemão”, comenta Karin. No Vale do Itajaí, ela ainda pinta de forma bem colorida as peças, dando ares mais tropicais ao artesanato.


Quem tem curiosidade sobre a maneira como são produzidos pratos, xícaras e outros artigos de cerâmica, tem a chance de conhecer a maneira artesanal como são fabricados os produtos da Porcelana Schmidt. Maior fábrica do gênero na América Latina, na indústria pode-se ter a noção exata da fabricação das belas peças que formam jogos de jantar e de café.

Esculturas, ovos e velas


No Centro da cidade, onde o pai Erwin Teichmann morou e produziu boa parte das esculturas até hoje expostas, o filho João mantém o Museu do Escultor. As peças estáticas apresentam um impressionante movimento graças à perfeição conseguida por meio do martelo e do formão. Sem poder se ater a fotografias, algo tão incomum no passado, o artista se utilizava de espelhos angulados e modelos vivos, cuja exigência era ficar horas a fio parados. O sucesso dos trabalhos ganhou o Brasil. O escultor chegou a expor por vários estados, entre eles, o Rio de Janeiro, onde fez uma grande exposição sozinho, com 60 obras. Nascido em 1906, na Alemanha, Erwin veio para o Brasil aos sete anos. Em 1946 se mudou para a casa onde o filho mantém o acervo.


Inspirada nos ourives, que sempre desejam lapidar uma bela jóia, Silvana Pujol tem as mãos firmes necessárias à delicadeza dos ovos que pinta. Bom traço e paciência fazem com que os pequenos objetos se transformem em telas. E não há limite para sua imaginação. A artista pinta desde ovos de lagartixa a de avestruz. Também utiliza modelos de madeira para assegurar a durabilidade das peças. Os trabalhos decorativos cuja inspiração é a tradição da Páscoa servem para enfeitar lares e escritórios, com um toque de sofisticação. As peças custam de R$ 40 a 650.


Se olhar para os ovos pintados por Silvana dá prazer, também em Pomerode, as velas da família Güenther fazem bem à alma e fazem parte da melhor expressão do artesanato de Santa Catarina. “A chama transmite a paz”, comenta a matriarca Dagmar. A criatividade para compor as receitas ocorre em grupo, com filhos, marido, parentes próximos. Juntos eles processam 800 quilos de parafina por mês, visualizando não somente datas como Natal e Ano Novo, mas também a decoração de ambientes em qualquer 





quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012





Os trajes tradicionais alemãs são com certeza muito diferente dos brasileiros :) Quem já teve a oportunidade de visitar a Oktoberfest aqui no Brasil, ou até mesmo no Sul do país, deve ter reparado nas charmosas roupas.Conheça os trajes tradicionais alemãs:* Dirndl típico: São vestidos com avental, geralmente com bordados tradicionais, usado com uma blusa branca por baixo. O laço que prende o avental, simbolizava antigamente o estado civil da moça que usava ^^ Se a mulher fazia o laço pro lado direito, significava que estava comprometida, e o laço esquerdo, solteira.* Lederhosen: São calças de couro, curtas ou longas, típicas de Baviera. Eram roupas de camponeses e hoje é muito usado em festas...

 Pela animação das bandas e do público, nem parecia ser o último dia de Oktoberfest. Durante todo o domingo, uma multidão de foliões lotou mais uma vez o Parque Vila Germânica para se despedir da festa. O clima dos 18 dias ininterruptos de alegria terminou com a etapa final do Concurso Nacional de Chope em Metro, no setor 3.
No naipe masculino, Marco Aurélio Rosa venceu a etapa do dia com o tempo de 19seg64. No feminino, a primeira colocada foi Caroline Schmidt com 18seg31. Os competidores que alcançaram o melhor resultado durante a festa este ano foram Shirley Lucas, de Blumenau, com 16’86, e Charles Pereira, também de Blumenau, que obteve a marca de 11seg47. Quase 1,5 mil pessoas se inscreveram para participar da competição desde o início da festa este ano. O desafio dos participantes foi tomar os 600 mililitros de chope de uma tulipa em o menor tempo possível. A regra geral estabelece que eles não podem deixar líquido no recipiente nem babar. Os vencedores ganham medalha.
– Como bebedores, os blumenauenses se destacam, talvez pela facilidade de encontrar a tulipa oficial na região. O pessoal se reúne aos finais de semana para brincar e treinar – conta o apresentador do concurso, Rolf Geske.
Além de saborear o chope, o público também aproveitou o último dia da festa para se divertir ao som de Hallo Blumenau, sabendo que a próxima oportunidade para isso será só ano que vem. O casal de blumenauenses Galvani Carrraro, 68 anos, e Eugênia Rosário Carraro, 59, participa da festa desde a primeira edição. Trajados com roupa típica, eles foram ontem ao Parque Vila Germânica para festejar.
– Acho que nós chegamos no top da festa. Está tudo muito bem organizado. Só acho que mais pessoas deveriam vir com roupa típica porque é isso que o turista que vem pra cá quer ver: a preservação das tradições – opinou o aposentado.

santa catarina